O Novembro Azul fala da conscientização sobre a saúde masculina e incentiva a procura por urologista.
Consultas de rotina traz o benefício do acompanhamento da saúde podendo reduzir os riscos de doenças e permitindo a identificação precoce de problemas como câncer, hipertensão e colesterol alto. Neste mês, a campanha Novembro Azul promove a conscientização sobre a saúde masculina e incentiva a procura por atendimento médico com urologista de maneira preventiva.
O acompanhamento médico contribui para evitar complicações como retenção urinária, que é a incapacidade de urinar, cálculos na bexiga, infecção urinária e insuficiência renal.
De acordo com os especialistas, cinco sinais indicam a necessidade de procura por atendimento especializado, confira quais são:
O médico urologista atende homens e mulheres, mas para a saúde masculina, ele é essencial. Por consultas regulares, é possível prevenir e tratar diversas doenças do sistema reprodutor e do trato urinário.
Ao contrário do cálculo renal que causa muita dor, outras doenças podem se desenvolver silenciosamente, sem apresentar qualquer tipo de sintoma, tornando o diagnóstico precoce mais difícil.
Um levantamento realizado pela SBU com dados do Ministério da Saúde apontou que as mulheres cuidam mais da saúde do que os homens.
Em 2022, foram registrados mais de 1,2 milhão de atendimentos por ginecologistas no SUS, e apenas 200 mil atendimentos pelo urologista.
O câncer de próstata é um tumor maligno que atinge a glândula do sistema reprodutor masculino, localizada sobre o reto e embaixo da bexiga urinária. Há diversas fases, ou estadiamento, e o seu tratamento e evolução irão depender das características especificas do tumor.
A consulta ao urologista permite o diagnóstico da hiperplasia prostática benigna (HPB), que consiste no aumento da próstata que não está associado ao câncer. Com o avançar da idade é normal que a próstata aumente de tamanho, porém nem todos os indivíduos terão sintomas urinários. De acordo com o Portal da Urologia, da SBU, cerca de 50% dos homens acima de 50 anos terão HPB. Aos 90 anos, 80% dos pacientes serão afetados por essa condição.
Adaptado de: CNN